domingo, 2 de outubro de 2011

Dia para flanar em Buenos Aires

Hola, amigos!

Acordei cedo! Na verdade, dormi muito mal essa noite, pois como tive de ficar na cama de cima, eu tinha a sensação de que iria cair de lá a cada vez que virava! Foi bem ruim!
Subi para tomar café da manhã e depois fui passear na Florida com a Claudia, uma menina de Rondônia que conheci pelo orkut e que também está no hostel. Andamos pela rua em busca de um local onde eu pudesse trocar dinheiro, pois não estava com muitos pesos argentinos. Encontrei uma casa de câmbio no número 580 da Florida com boa cotação (levando em conta que era fim de semana) e troquei lá. Depois, demos mais uma volta e voltamos para o albergue pois tínhamos combinado com alguns meninos de ir ao “Siga la Vaca”, um restaurante onde comeríamos a verdadeira parrillada argentina! O restaurante fica em Puerto Madero e andamos bastante até lá, aproveitamos para tirar algumas fotos! Como era sábado, o preço é um pouco mais caro. Pagamos 110 pesos cada um, com direito a comida à vontade + 1 litro de bebida a escolha (vinho, cerveja ou refrigerante), água à vontade + sobremesa a escolher. Comemos muito! Quase saímos rolando de lá! Estava muito bom!


Quando saímos o pôr do sol estava lindo e aproveitamos para tirar belas fotos do rio em Puerto Madero que é um dos bairros de que mais gosto em Buenos Aires.


Dali pegamos um táxi até a livraria “El Ateneo” que já foi um teatro e hoje abriga uma bela coleção de livros, pena que estava tudo muito caro e acabei nem comprando nada. Olhamos, tiramos fotos e depois tomamos um café no que, um dia, foi o palco daquele teatro. Voltamos de táxi para o hostel e ficamos conversando no living até de madrugada, quando o povo saiu para a balada e eu fui, mais uma vez, brigar com aquele beliche na tentativa de dormir!
Acabei nem indo aos museus que pretendia hoje, mas o dia com a galera foi bem divertido!

Hasta Luego!

VIAGEM REALIZADA EM SETEMBRO DE 2011

Em Buenos Aires pela quarta vez!

Hola, amigos!

Peguei o “Buquebus” no porto de Colônia com destino a Buenos Aires. Coisa de primeiro mundo! Tinha, assim como nos aviões, um balcão de check-in (com fila! Portanto, chegue com antecedência!) e deve-se passar pela imigração, afinal, estamos mudando de país. Depois de alguns minutos de fila, já embarcamos. Como as poltronas não são marcadas, algumas pessoas correm para pegar um bom assento, mas não há, de fato, nenhum lugar ruim no barco e, caso você não goste do seu, pode viajar sentado no chão, se preferir. Vi muita gente fazendo isso. Iam praticamente deitados sobre mochilas que serviam como travesseiros. Acho que essa ausência de lugar marcado só ocorre no barco rápido, creio que no barco mais lento (que demora 3 horas) as poltronas são marcadas sim, mas não tenho certeza!


Dentro do barco, além das confortáveis poltronas acolchoadas, há TV, freeshop e lanchonete. Achei toda a estrutura muito boa! Nunca havia viajado em um barco tão grande, ainda mais de um país para outro e,embora o percurso se faça em pouco mais de 1 hora, o conforto é maior do que o de qualquer avião que já viajei. Gostei muito!


Acabei conhecendo um casal de brasileiros que iam para o mesmo lado que eu em Buenos Aires e combinamos de rachar um táxi do porto até o centro. Quando chegamos na rua do meu albergue, eles nem me deixaram pagar! Foram super gentis!
Fiquei no hostel “Portal del sur”, na avenida Hipólito Yrigoyen, 855. À primeira vista parece um bom lugar, mas em menos de uma hora já deu pra notar que não era dos mais limpos, além das camas serem de metal e rangerem a qualquer movimento. O quarto que eu fiquei era misto e tinha banheiro dentro do quarto, já os quartos separados por sexo têm banheiros coletivos no corredor. Eu tive de ficar com o beliche de cima e estou tentando trocar para um quarto individual, mas não tem vaga para essa noite.
Não gostei da estrutura do albergue e não recomendo. Até a localização dele eu achei que fosse melhor, pois à noite, aquela região me pareceu meio perigosa. Há albergues bem melhores em Buenos Aires pelo mesmo preço (como o “Obelisco” e o “Suítes Florida”). O que valeu no albergue foram as pessoas! Conheci alguns brasileiros bem bacanas! Cada um de um lugar do Brasil. Acabamos fazendo amizade, pois quando se está fora de casa, em outro país, fica muito fácil virar amigo de infância em 3 horas. Gostei muito da galera, contudo, como em todo hostel, o que o pessoal mais curte mesmo é ir para a balada e como eu não gosto, acabo perdendo metade das brincadeiras, mas mesmo assim, é bem divertido! Alguns estão aqui para estudar, outros, como eu, vieram a passeio, outros estão aqui para apresentar um trabalho para a faculdade e assistir a um congresso, mas todos são bem legais e conversamos muito até de madrugada!

Hasta Luego!

VIAGEM REALIZADA EM SETEMBRO DE 2011

De Colônia a Buenos Aires num Buquebus

Hola, amigos!

Acordei cedo e fui tomar café da manhã no albergue. Muito bom! Melhor que o de Montevidéu, embora seja da mesma rede. Depois fiz o check-out e deixei minhas malas lá, já que teria que ficar até 15 h rodando pela cidade antes de pegar meu barco para Buenos Aires.
O dia hoje estava bonito! Sol, céu azul e um friozinho gostoso! Aproveitei para tirar fotos melhores que as de ontem e resolvi subir no farol de Colônia. O ingresso custa 15 pesos uruguaios (algo como 1,50 reais), são 220 degraus até o topo, mas não é muito cansativo. A vista é bonita. Ventava muito, mas consegui tirar boas fotos.




Depois fui almoçar no “Pulperia de los faroles” novamente. Eu até tentei ir a outro restaurante, mas nenhum aceitava cartão e eu já não tinha mais pesos uruguaios suficientes para almoçar. A comida estava deliciosa, como a de ontem. Só que, como o dia estava bonito, resolvi comer nas mesas do lado de fora. Boa escolha, já que conheci um casal de Salvador e passamos o almoço conversando.
Depois tentei visitar o museu do azulejo novamente, mas estava mesmo fechado para reformas. Andei mais um pouco para me despedir não apenas dessa cidade que me encantou, mas desse país que me foi tão surpreendente! Os uruguaios são muito educados, as cidades que visitei eram muito limpas e bem cuidadas e mesmo em uma capital como Montevidéu, tem-se a impressão de que tudo anda mais devagar. As pessoas parecem não ter pressa e têm tempo de apreciar o caminho mesmo quando vão para o trabalho.


Achei curioso o jeito uruguaio de sempre carregar uma garrafa térmica com uma cuia de mate na mão. Achava que isso era lenda, mas é verdade! Eles realmente saem assim para qualquer lugar! Muitos falam o português muito bem. Descobri que isso se deve ao fato deles aprenderem o idioma na escola, já que o país foi colonizado por portugueses.
Fiquei realmente encantada com a calma, a educação, a limpeza e a simplicidade desse país tão pequeno, tão perto do nosso e tão pouco conhecido dos brasileiros. O Uruguai é bem melhor do que eu esperava!
Daqui a pouco pegarei o barco chamado “Buquebus” que faz o trajeto Colônia-Buenos Aires em uma hora cruzando o rio da Prata. O tempo está bonito e creio que a viagem será boa. Logo estarei na minha querida Buenos Aires para conhecer alguns dos tantos lugares que ainda faltam ver nessa cidade que também me encantou à primeira vista!

Hasta Luego!

VIAGEM REALIZADA EM SETEMBRO DE 2011